segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Doce manha de céu azul


Oh, doce manha de céu azul. Essa, que me trás aqui assim, sem que nem eu mesma me toc do que de verdade venho fazer. Mas apenas estou a fazer... Relembrando do quão bom foi o dia em que eu pude ver quem realmente você era, e não foi preciso que você me dissesse nada, pois transparecia nos teus olhos, no soar da tua voz. Eu quis eternizar aquele momento, sabia?! O novo sempre assusta ou surpreende, e não foi diferente. Mas ao mesmo tempo, tudo me parecia tão normal. Assim, como de costume. Mas que o consciente insistia em me revelar que não, que era novo. Pois então que seja. Esse novo se tornará velho um dia, e assim, virão outros novos momentos. Tão belo, mágico e surpreendente quanto tal. Mas que pela sua beleza, todos esses permanecerão eternos em nossas vidas.

Joice Soares